Microsoft testou 5 versões diferentes do Menu Iniciar do Windows 11
A Microsoft revelou recentemente que o atual Menu Iniciar do Windows 11 não foi uma escolha simples, na verdade, ele é o resultado de uma longa fase de testes, experimentos e decisões estratégicas. Antes de chegar ao modelo atual, a empresa chegou a desenvolver cinco versões completamente diferentes, cada uma com ideias bem distintas.
Esses protótipos foram criados pela equipe de design do Windows como parte de um processo mais profundo, voltado a entender como as pessoas realmente usam o sistema no dia a dia. O curioso é que algumas dessas versões eram, segundo muitos usuários, até mais interessantes do que o menu que acabou sendo lançado oficialmente.
Entre os conceitos testados, havia propostas bem variadas. Alguns modelos apostavam em uma organização por categorias visuais, com aplicativos distribuídos de forma mais intuitiva. Outros traziam uma abordagem mais dinâmica, incluindo widgets interativos, sugestões inteligentes e integração com ferramentas como Copilot e Phone Link.
Um dos protótipos, por exemplo, funcionava quase como um “hub pessoal”, com seções voltadas para projetos, atividades recentes e até sugestões baseadas no comportamento do usuário. Já outro seguia uma linha mais minimalista, com um layout limpo e organizado, priorizando simplicidade e acesso rápido.
Também houve ideias que misturavam aplicativos com conteúdos interativos, permitindo fixar não só programas, mas também elementos como widgets de música ou produtividade algo que muitos usuários ainda gostariam de ver no sistema atual.
Mesmo com tantas opções criativas, a Microsoft acabou optando por um caminho mais conservador. O menu que vemos hoje segue uma estrutura mais tradicional, com apps fixados no topo, recomendações abaixo e uma lista de todos os aplicativos organizada separadamente.
Essa escolha não foi aleatória. A empresa realizou testes com mais de 300 usuários, analisando como cada pessoa interagia com as diferentes versões. Foram usados métodos como rastreamento de olhar, mapas de calor e análise de comportamento, tudo para entender o que funcionava melhor na prática.
Além disso, os testes aconteceram em diversos tipos de dispositivos, desde telas menores até monitores ultrawide. A ideia era garantir que o Menu Iniciar fosse consistente, adaptável e fácil de usar em qualquer cenário.

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